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Seleção de Diniz flutua entre a euforia e a depressão


Desempenho individual trava o jogo coletivo e confronto com o Uruguai ganha nova expectativa Claro está que ainda não houve tempo para a seleção brasileira assimilar os conceitos de jogo de Fernando Diniz. Ou ao menos colocá-los em prática. O 1 a 1 com os venezuelanos, na última quinta-feira (12), na Arena Pantanal, refletiu isso. O time repetiu dificuldades vistas no confronto com o Peru, em Lima, vencido com gol em cobrança de escanteio no último minuto. O jogo não fluiu na troca de passes e as tentativas individuais careceram de entrosamento e criatividade. Mas há compreensíveis razões para o futebol sem brilho: poucos treinos, jogadores estratégicos vindo de contusões, defesas adversárias com linhas de cinco ou até seis marcadores... Tais justificativas, no entanto, não apagam a frustração com a pobreza individual e coletiva nos últimos 180 minutos da seleção nas Eliminatórias. Especificamente neste jogo em Cuiabá, diante da Venezuela, esperava-se que com o retorno de Vinícius Jr, o quarteto ofensivo completado por Neymar, Rodrygo e Richarlison brindasse os torcedores com futebol envolvente e placar mais condizente com a realidades das duas seleções... Neymar se revolta com torcedor que lhe atirou pipocas em protesto a sua atuação contra a Venezuela Reprodução / Internet CONFLITO. Não são poucas as virtudes que fazem de Neymar um jogador ainda indispensável para a seleção brasileira. No entanto, é a cada dia mais evidente seu enfado para jogar futebol. Seja com a camisa do Brasil ou do Al Hilal. Aos 31 anos, o camisa 10 que bateu o recorde de gols de Pelé está milionário, não tem mais paciência para suportar a marcação dura e provocativa dos adversários, nem tolerância para aceitar a passividade dos árbitros. Caberá a Diniz aliviar essa pressão até, pelo menos, que Carlo Ancelotti assuma o comando e renove seu prazer de jogar futebol. Porque do jeito que caminha tenho lá minhas dúvidas de que ele estará em campo na próxima Copa do Mundo. Há seis jogos sem marcar, Richarlison terá pela frente a segunda pior defesa das Eliminatórias Vítor Silva / CBF COISA DE LOUCO. A partida desta terça-feira (17), contra a seleção do Uruguai, em Montevidéu, será a sexta da Celeste sob o comando de Marcelo “El Loco” Bielsa. E nos cinco já disputados, só não foi vazado na vitória de 2 a 0 sobre Cuba: são cinco gols sofridos, quatro em três jogos das Eliminatórias o que faz dela a segunda pior defesa dessa fase de qualificação do Mundial de 2026. Um adversário, portanto, mais à feição para Richarlison quebrar o jejum de gols que já dura seis jogos.

source https://extra.globo.com/blogs/gilmar-ferreira/post/2023/10/selecao-de-diniz-flutua-entre-a-euforia-e-a-depressao.ghtml Obrigado pela visita

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